O que muito hoje a humanidade necessita? Refletir...
Precisa buscar ajuda... Permitir-se intuir...
Encontrar caminhos para si e fazer-se companhia
Apoiar-se em Deus, dar créditos aos seus
Reencontrar-se com a VIDA e a POESIA.

É um convite a pensar, conversar
Meditar com palavras explícitas
Implícitas experiências do Coração
Dar mais um espaço à EMOÇÃO!
"...a POESIA é para comer, senhores..."


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domingo, outubro 18, 2020

Quando maioria vira minoria....

 

"Quem nada conhece, nada ama.
Quem nada pode fazer, nada compreende.
Quem nada compreende, nada vale.
Mas quem compreende também ama, observa, vê...
Quanto mais conhecimento houver inerente numa coisa,
tanto maior o amor...
Aquele que imagina que todos os frutos 
amadurecem ao mesmo tempo, como as cerejas, 
nada sabe a respeito das uvas."
__Paracelso



Momento_Reflexão . . .

       Tanto mais permitimos - ou somos manipulades a permitir -  quem nos diz Quem nós Somos ou o que sabemos (ou os 'Outros' São ou o que sabem ou não), tanto mais outorgamos o poder a outrem de determinar qual o nosso (ou o único) modo de pensar, de fazer, e a maneira como 'devemos' ver, ouvir, imaginar ou, até mesmo, ser e sentir... 
A robotização (ou a Cultura da Individualização) é sobre relações de Poder. Assim sendo, perpassando por desvalorização da vida e, sobretudo, desqualificação de sua natural evolução em nós e por através de nós. 

                    As relações de poder pelo poder (relacionadas intimamente com 'ter por ter'), ensinadas via controles: imagético (nas mídias e nas "artes", por exemplo), social, religioso (diferente de espiritual), educacional, sexista e cultural, são frutos da prepotência e indiferença (opostos que coadunam tantos males...) - mortalhas cravadas na alma - que subjugam sentidos - que cegam, ensurdecem, mutilam; que delimitam e/ou definem o que alguém ou algo "é", a partir apenas de um paradigma pessoal;  adoecem sentidos, mente, emoções...  
                Observar é importante, e é bem diferente de absorver ou ser 'influenciado por'... Dar asas somente ao o que se vê sem enxergar por Si, ou ao negativismo, desanimo, opinião e agir alheio maldosos, é cortar a própria essência de voar e de perceber o céu interior, até só notar e respeitar abismos. E, assim, tender a direcionarmo-nos à inercia negativa ou aos ímpetos reativos...  Anulando a auto responsabilização e a valorização do sadio (re)encontro de "Si", via, por exemplo, autoquestionamento e autoconhecimento;  é estar seguindo o "andar da carruagem". Observar a si mesmo é valorar mais vivências do que experiências... Valorar nossa vontade de potência expressa e gestada ao longo da nossa caminhada.
                 Mesmo diante de uma maioria que nasce sadia,  um projeto arquitetado de manutenção das exacerbadas ignorâncias, das certezas estáticas e absolutas (no caso, um desequilíbrio - visto que nem o nada é estático, e tudo é vibração...); do avanço da escalada do medo e de sentir doente etc., se mantém no poder e curso almejado - o de expansão -,  a partir do contínuo proliferar do querer, pensar e agir de um grupo verdadeiramente minoria, mas que se espalha por repetição (que não deixa de ser um tipo de vibração...).
               'Louvar' o sequestro da própria inteligência ou apequenar-se / permitir-se a viver na ilusão da 'opinião alheia', no alimentar dos medos (como o medo à liberdade, inclusive mental), e dos conhecimentos rasos de outrem sobre si mesmo, a repercutirem ao nosso derredor  etc., pode parecer ser pessoal decisão ou conhecimento íntimo manifestado, entretanto, é o abrigar dos sintomas relacionados não à condição 'humana' da vida (que engloba infinitas possibilidades e seres viventes), e sim do grupo que forja involução... 
ValeriaM Aluahy


"Cumpramos o que somos, 
nada mais nos é dado”
 __Ricardo Reis


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Imagens: Google Imagens

sábado, outubro 10, 2020

Incompletudes...


“Não há agonia maior 
do que carregar uma história 
não contada dentro de si.”
_Maya Agelou
Gif by Geoge RedHawk
Imagem: Google imagens

sábado, dezembro 07, 2019

Surpreenda...



"Surpreenda...
Com o que em si adormeceu
Com a dor que lhe fez e faz chorar
Com o encarar da porta onde se prendeu
Com o que sempre esteve sofrendo, escondendo...

Surpreenda... 
Com o bem que quer sentir, deixar fluir
Com a grandeza do que é natureza
Com o mal que reproduz como certezas
- e tenta me contaminar -
Não vê?  - Há tempos estou vendo..."
___ Valéria Milanes Aluahy
verdade que enterramos, Emoções&Sentimentos, Excessos são venenos, VALÉRIA MILANÊS, Valeria Milanes Aluahy, ValeriaM Aluahy, Venenos de Ilusão, Viver o sentir, infinito particular
fonte imagem: Google imagens

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domingo, julho 07, 2019

Nos passos da ilusão...



"O que é real anda livre conosco.
Ilusão só nos apresenta descaminhos
- Quase acompanhados, paralisados, mutilados -
Por onde andamos sozinhos..." 
__Valéria Milanes Aluahy
visão versos ilusão, Ilusão, Venenos de Ilusão, George Redhawk, ArtistIndígena, Indigenous_Art, VALÉRIA MILANÊS, Semente que chega depois no caminho não é digna somente de espinhos...
Art by George Redhawk Animation - DarkAngelØne
Native American blind 
Fonte : Google imagens


sábado, julho 07, 2018

Sobre sonhos, ilusões e hora de acordar...



"Achar não quer dizer que seja
O que é
Multi floresce em realidades

Insistência em enganos 
São raízes em nós
Refletindo o que (a)prendemos
Sobre perverter verdades..."
__Valéria Milanes Aluahy


          "Depois de 20 anos assistindo Chaves, percebi  que Dona Clotilde  está  aí  há décadas nos ensinando a como não persistir em algo que  a gente já  sabe que não vai acontecer.

       Não importaram quantos bolos, frangos assados e águas de colônia foram entregues, não importaram os cuidados, a dedicação exclusiva, o sentimento oferecido e implorado, Dona Clotilde nunca deixou de ser coadjuvante na sua própria história de amor.

           A Bruxa do 71 é o retrato de nossas ligações não atendidas, de nossos convites ignorados, de nossas mensagens visualizadas e não respondidas. Somos nós esperando aqueles amores que a gente costura sozinhos rolando a noite na cama, deixando nosso sono sufocado junto a nossa paz de espírito no travesseiro.

         Quantos amores deixamos de viver enquanto insistimos em bater cheios de mimos na porta errada, sabendo que o impossível é que vai nos atender?


       Talvez ela pudesse ter se casado com o Sr. Barriga, roubado o professor Girafales, ou até aprendido a como é bom viver sozinha… morando em Acapulco.

       É muito arriscado o caminho que a gente segue na direção contrária do nosso destino. É muito doloroso insistir em estradas erradas, quando é o coração que caminha descalço no asfalto.

      Nem sempre persistir significa insistência, nem sempre amar significa confiar sempre que vai dar certo lá adiante.

         Desista do que é preciso. Recalcule o que não faz questão de entrar na sua rota. Jogue para o alto o que está querendo voar por ai, sozinho.

                          
     Ah, o amor não é uma coisa para viver controlando a porta, amor é liberdade de ir e vir, é tranquilidade de saber que o outro quer entrar e ficar. Não caia nessa de que tem que sofrer para ter, que tem que suar para conquistar.
          Ame alguém que você não tenha que puxar pelos braços. Ame alguém que esteja, que saiba se deixar ocupar, que você não precise matar um leão para conseguir um abraço.

        Não ame o que te cansa para ter, você precisará muito ainda do seu fôlego, vai por mim, não o desperdice no que já está fracassado.

      Pesquisando pela internet descobri que há apenas um episódio que exibe cenas de casamento entre a Bruxa do 71 e o seu amado. Mas, era um sonho. Na verdade, Dona Clotilde nunca se casou com seu Madruga… só na sua ilusão.

          E a gente precisa de um amor que responda o que plantamos. A gente precisa muito mais do que um sonho. A gente precisa viver um amor acordado.

         
      Já pararam para pensar que às vezes o Seu Madruga da gente nem é um homem?! Pode ser uma situação, uma rotina, um hábito que insistimos mesmo sabendo que não tem futuro.
          Liberte-se de todos os 'Seus Madrugas' da sua vida!!"
___Autor desconhecido* 

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(*) Da Série: 
Deu na rede, caiu na web, virou meme, recebeu milhares de views, compartilhamentos superficiais e discussões virtuais, mas suas lições são reais! Que parece que têm a ver com 'história triste de amor', mas que na verdade trata-se de ESCOLHAS!

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Imagem: Google imagens

quarta-feira, março 07, 2018

Deixo ir... Nunca esteve aqui...



"Que se vá o que tem de ir,
Nunca esteve aqui
Sempre esteve a partir

Que se desmanchem as sombras da ilusão,
as garras do engano 
com a luz e o poder da verdade

Liberte-se coração
Que se dissipe toda maldade,
todo medo tirano
com face de boa vontade.

Deixo meu olhar a vagar
A ver da ilha o que partiu
Para que deixe de olhar
quem nunca me viu."
___Valéria Milanes Aluahy

Imagem: Google imagens

quinta-feira, dezembro 21, 2017

O que realmente importa é fruto de dedicação... Ou não!



"A vida só se dá para quem se deu." 
__Vinicius de Moraes

Ana Jácomo, Excessos são venenos, Flores e Cores, Flores_Ser, o plantar e  colher, Tempo&Vida, Venenos de Ilusão, Tempo é Vida



“É nas miudezas que tudo aquilo que realmente 
importa se revela com maior nitidez.” 
__Ana Jácomo


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 Imagem: Google imagens

quinta-feira, outubro 19, 2017

O que plantei, reguei...



"Podemos escolher o que plantar, 
mas somos obrigados a colher o que semeamos."
__Provérbio Chinês



                 Todos, sabedores ou não, plantamos muito (tudo e nada) ao longo da caminhada... E se me perguntam... - Como um poeta, que busca andar com a esperança, a fé, com as belezas da natureza, com o amor..., também vive a colher tanto mais diverso ou recebe dor?  A resposta mais complexa é simples: pelas infindáveis nuances da vida e de viver em cada ser. 
 Ou ainda...

               Podemos ser capazes de vislumbrar (sonhar) o que queremos viver, mas não o que vamos viver no sentido do sentir, no sentido de como as emoções, as sensações, o que nos alcança etc., em nós vão repercutir. Podemos e devemos querer buscar o melhor a viver e fazer, o que há de bem e bom, com relação a nós e aos outros. O que não quer dizer que sempre acertaremos com relação a nós mesmos e, principalmente, acerca de outro ser (ou seres), convivendo ou aproximado, e os impactos que recebemos (mesmo sem notarmos) com a energia desse outro ser (ou seu ego, superego), e que, às vezes, nos fazem ver e outras vezes nos deixam cegos...

       Em momentos mil e milhões, em sua passagem pelo mundo, a humanidade (e o poeta não está longe de tê-la) há de ter recebido de volta, "para si", em confronto com seu 'eu' (como 'expansão' de sua energia), cada ato (ou agir inexato), cada sentimento (bonito ou não), cada erro ou acerto (consciente ou não), cada verdade ou engano, cada aceite para a escravidão (seja escravo do trabalho, de valores distorcidos, ignorância, preconceito, negação etc.)... cada manifestação energética fluídica doada, espaçada ou semeada; há de receber de cada um desses, o fruto do seu grão.
      Exemplificando... Podemos querer "viver um grande amor", ser plenitude de querer se doar, amar e ser, mas se do outro lado só houver dúvida, fuga, escárnio, medo, ego, engano ou não superada dor, qual caminho haverá a andar?  "Ah, mas não cura tudo o amor?", alguns vão pensar. Mas não conseguem perceber (diferente de pensar, que é algo apenas mental): como tem flores que desabrocham e outras não; há quem queira cura, outros não...  E é salutar ter essa consciência... Melhor ter contato, por exemplo, com a tristeza plena de uma verdade a ser superada (e dar lugar ao novo) do que com fragmentada e irreal alegria, ou viver a mentira da deslealdade consigo mesmo ou sob os costumes de uma alma apequenada ou sem condição de real visão.
        O Amor é benigno e não força (pois, que beleza ou importância tem algo 'à força', algo que não seja de um fluir interior, espontâneo, ou mendigar presença na vida de quem já têm escolhas que não nos incluem verdadeiramente?). O amor é novidade de vida e não se impõe aos adeptos do "mais do mesmo", a quem com ele não queira se doar ou companhia no caminhar... Ou ainda, não se faz presente nem compactua com quem esteja preso nas masmorras da "atrativa impossibilidade", o "amor" idealizado, cultuado por ser impossível. Na verdade, o nome desse "amor" é outro...  Permanecendo o bem-querer (mas não o alastrar do engano semeado pelo outro lado), e o que aqui viemos saber, mais uma lição: dois juntos só andam bem se quiserem ser par, se quiserem um com o outro andar. Corações liberados para amar.


"O que eu plantei...
Foram caminhos que caminhei
Foram sementes que aprendi
Desde minha chegada aqui

O que eu plantei...
Foram também caminhos que desconstruí
Foram visões que adentraram em mim
Foram todos os não e todos os sim

Foram as derrubadas lágrimas 
e inesperadas alegrias 
Também todas as sensações que forcei 
e as que fluíram em magias

O que plantei...
São as verdades e enganos que são sobre mim
E o que apreendi sobre vão e os que não são
São as cores e flores que vi e as que não enxerguei

Foram a calmaria e revoltas que naveguei
Foram os sentidos que me fizeram aflorar
Foram as dores crescentes e a abandonar
O que percebi que é infinito, e as coisas só mentes

Hoje (tempo/caminhada recentes)
Com o fruto do que reguei
Com o crescimento à vista
Com o resultado seguro em minha mão

Não há surpresa em perceber
Como é real o pluriversal "plantar e colher"
Como vi só o que limitei a visão
Que o fruto veio da semente... Ilusão.
__Valéria Milanês
Imagens: Google imagens

sexta-feira, julho 07, 2017

Na ilusão ou no cercear de vozes, inexistem lados... Só o que se quer ver.



                            "O que mais dói na miséria é a ignorância que ela tem de si mesma. Confrontados com a ausência de tudo, os homens abstêm-se do sonho, desarmando-se do desejo de serem outros.  Existe no nada essa ilusão de plenitude que faz parar a vida e anoitecer as vozes."
___Mia Couto, in Vozes Anoitecidas

Imagem by Alexander Khoklov, em parceria com a maquiadora Valeriya Kutsan 

segunda-feira, maio 01, 2017

Usurpadores de luz... Existem?!



 "Não se deve subestimar a ilusão, 
que tem grande força;
também não devemos esquecer:
 o poder está ao alcance da mão,
em cada um de nós..."
(Valéria Milanes Aluahy)


                  Assim como as respostas para quaisquer perguntas podem ser: 
sim, não, talvez...  Aqui também não é diferente...

                    Quanto mais nos apagamos (ou nos desconhecemos), ou nos permitirmos que nos apaguem, mais damos espaço para que isso ocorra... Com um Sim, Não ou Talvez. Dependendo mesmo é do viver, que é personalíssimo (e do agir, ou falta de ação, de decisão. E de repetição, inclusive). Em conjunto com o querer e o quanto damos 'terreno' para que algo seja em nosso ser mais até do que nós somos... (Um parêntese: Não é à toa: - "Amar ao próximo como a SI MESMO". Quem se exclui, desaparece, se apaga, permite uma inequação interior... Onde não pode muito, impotencializa-se... Onde não ama nem a si mesmo...). 
                   Relacionado, também, com algumas confusões de ser, não ser e de sentir,  no meio do caminho... E diretamente ligadas ao desequilíbrio de autoestima, aos enganos que podemos colecionar (até mesmo endeusar; ou, ainda, ignorá-los, tanto ou mais sobre o que existe ou já conhecemos na vida), sob forma de: status, títulos, convenções, injeções equivocadas ou aleatórias diretamente no ego, 'histórias e/ou conquistas' (padrões que condensam o tempo de viver em apenas um momento, como delimitação),  no mover da alma nossa de cada dia.
                       Além de termos olhos para ver, importante é a percepção: 
__nos percebermos em comunhão íntima, com a energia, o fluir, da vida, a buscar brilhar em nós a Luz do Discernimento, que dissipa todo engodo, ilusão, e para o fluir do desejo de sermos e encontrarmos em nosso viver o que genuinamente nos cabe, mas não nos limita, nem nos aprisiona; 
__o que tem a ver conosco simplesmente, sem tanta influência do que querem que enxerguemos no mundo e para o mundo, e conjuga promover anulação interior, a exclusão de nós mesmos. 
__E, para continuarmos nossa jornada, cumprimos nossa missão, mesmo com um gemido ou um suspiro, não deixando de querer...:
                        
Que o Poder da Criação 
nos proteja daqueles que...
"quase amam...
quase adoram...
quase cuidam...
quase cumprem...
quase consideram...
quase querem o nosso bem... 
Que quase..."
Amém!



A    f  i  m    de    se    e  v  i  t  a  r...



"Traumatismo craniano.
Fruto de mergulhos profundos
Em pessoas rasas."
_Zack Magiezi,  "Causa Mortis"

                       ...Até porque essa profundidade não está relacionada com a grandeza de alguém (não sendo questão de talento, de poder ou não mensurar ou de desmerecer seja quem ou o que for), e sim como enxergamos determinada figura ou parâmetros em nossas vidas que, porventura, miniminize a 'nossa dimensão de ser',  ou que determine obrigação de apenas 'existir', segundo a conveniência de alguém.
                   Portanto, embora não seja algo que ocorra definitivamente - pois não há, na Terra, quem possa fazê-lo, uma vez que nossa luz é uma 'centelha do Divino' - a usurpação de luz, também conhecida como... 
um 'ópio emocional ou social', eleito(s) como única solução; 
a decretação (prisão) mental do que deve reluzir ou não em um ser ou no fluir de um povo; 
- a permissão a um grupo ou alguém para fazer de nós meras 'sombras'...
_______________ pode ocorrer por um tempo (ou um bom período de tempo).   Ou seja, para reflexão: em diversos aspectos, "aceitamos o amor que julgamos merecer"...                  
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Nesse contexto, usurpadores de luz não só existem como se alimentam de torpores, extremismos de achismos,  prisão festejada, acomodação milimétrica (programação), cegueiras justificadas, experiências desinformadas, covardias confortáveis, certezas moldadas; de ações e emoções dormentes...

pois...


"Você pode cometer o mesmo erro várias vezes, 
mas a partir da segunda vez já não é um erro, 
e sim uma escolha."
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E n t r e t a n t o...  Mesmo...


"Com escuridão plantada no coração,
escolhas repetidas,
 atitudes programadas...
Com enganos endeusados,
vícios de agir, mendicância de sentir, 
labirintos de momentos perdidos...
 Ainda há saída.
Assim como a semente 
que chega depois no caminho 
não é digna somente de espinhos
- e a vida a conduz -,
nem o mais profundo dos abismos
aprisiona a luz... "
(Valéria Milanes Aluahy)
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Amem!



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Fonte imagens: Google imagens  

sábado, fevereiro 18, 2017

O homem e o seu sistema...



"Mas, o homem é a tal ponto afeiçoado ao seu sistema 
e à dedução abstrata 
que está pronto a deturpar intencionalmente a verdade, 
a descrer de seus olhos e seus ouvidos 
apenas para justificar a sua lógica."
__Fiódor Dostoiévski, in "Memórias do subsolo"

poesia com reflexão
Fonte imagem: Google imagens



"... o exemplo  a r r a s t a..."
Fonte vídeo: http://perfeito.guru
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"Se podes olhar, vê. 
Se podes ver, repara".
_José Saramago

domingo, abril 10, 2016

A realidade que o mundo constrói...




"Insanidade é continuar a fazer sempre a mesma coisa 
e esperar resultados diferentes..."
(D.A.)*

*citação atribuída a Albert Einstein, porém sem direta comprovação ainda

                   Para falarmos sobre realidades construídas no mundo, ou sobre o que o mundo constrói, podemos falar sobre conformações... Podemos falar sobre formatações... Ou ainda, padronizações!
                  Na verdade, podemos falar do que quisermos, se assim o quisermos - a questão mesmo é o querer, que é a essência do fazer...  Mas... sempre agimos conforme queremos? Ou vivemos um mundo de repetições?
                 Dentro desse patamar, viaja no vento a pergunta que não quer calar... "Essas repetições, a quem e para quê servem?"
Vídeo: Conformidade Social - O Experimento*
*Inicialmente, todos os personagens são atores contratados para o experimento, 
 com exceção da pessoa vestida de roxo, até que o experimento atinge novas etapas.
Este vídeo é trecho do Programa "Brain Games" - 
 do Canal National Geographic (Temporada 5).  
 No Brasil intitulado "Truques da Mente".
Leg: Luc Anderssen


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Reflexão do Blog:   
                      A publicação do vídeo acima não visa divulgar comercialmente nenhum programa de televisão, nem mesmo declarar nenhum absolutismo acerca das informações apresentadas, e sim informar os experimentos feitos acerca do que vamos chamar aqui de: o "Psiquê da Sociedade" e seus desdobramentos (que são conhecidos - esses experimentos e respectivas consequências - desde muito tempo por seletos grupos, acerca de determinadas características cerebrais), bem como o "como controlar a mente, os pensamentos dos indivíduos desta sociedade" (tipo de programação), a partir de informações específicas; sobre como comporta-se o cérebro com determinados dados incutidos neste, repetidamente.  
                Assim sendo, o intuito é mostrar, inclusive, origem de determinados "males que sustentam uma comunidade" - sendo, até mesmo, pilares de muitas vidas, por exemplo:  o propagar dos  - pré - conceitos como irrepreensíveis ou inquestionáveis; o alimentar da intolerância como sendo natural por intermédio de "defender a própria liberdade" em detrimento da liberdade dos demais; o justificar pessoal de atitudes que são geradas não por essência, mas por... repetição. Sendo 'assimilação vazia', que nem sempre agrega valor ou evolução; e tantos outros atos, fatos, costumes, comportamento que moldam o caminhar de existência de muitos, e que, muitas vezes, não refletem verdadeiramente a capacidade de ser e fazer dos membros desta coletividade; como boi, "marcada"...
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Imagem: Google imagens
                 Portanto, este post visa justamente o contrário de divulgar algo absoluto, seja no sentido mercadológico, mental, social etc. e tal. Tem por objetivo demonstrar que as "verdades absolutas" deprimem... No sentido de comprometer a sanidade da essência de um ser, ou seja, comprimem... E que, no mesmo 'conjunto da obra', as repetições "emburrecem" com a "simples" propagação destas (por isso muitos reagem instintivamente e, não raro, negativamente às mesmas)... Estas, embora deem lugar aos excessos (oriundos de repetições, inclusive... Onde temos os que confundem que são meros reflexos de espontaneidade, autoafirmação e coisa e tal. Sendo muitas vezes o inverso: nem sempre o tanto que nos repetimos exprimem o que gostaríamos, e sim as marcas que estão em nossa alma, e que replicamos), decrescem, subtraem, subjugam uma das mais belas caraterísticas do Ser Humano: o infinito... O infinito da imaginação; o infinito do dom, da vocação (o que já nascemos sabendo, não sendo, portanto, oriundos do que nos é ensinado, mas que podem, claro, ser aperfeiçoados por pesquisa, desenvolver a íntima percepção...); o infinito da intuição; o infinito da ação única, que toma forma por nossas mãos... O infinito da capacidade de expressão. 
            Enfim, essa postagem convida a refletir acerca de que, na tentativa de limitar o infinito que há em cada ser (vida), embora não seja visível (não com relação ao sentido da visão), vivenciamos, na verdade, a tentativa da robotização (e devidas consequências), e de forma repetitiva... Uma tentativa de desmantelar o que é único!
            Não somos mais ou menos... Únicos somos! Mesmo que busquem nos confundir com tantos esteriótipos. Infinito somos, mesmo e apesar das generalizações. E infinitamente nos é importante a infinitude de Visionar, Sentir... O infinito de Ser, Ver e Viver... Tão único, tão exclusivo, que tentam transformá-lo em algo comum - e, repetidamente,  para que seja o 'normal', o ideal. Aprisionado, sem vida real, afinal.

"Ah, a espontaneidade é uma riqueza
Tão importante que buscam comprá-la
Ah, o fluir é a força de uma nobreza
Tão valiosa que intentam cegá-la...
E assim vemos e vivemos grilhões 
que as circundam tentando domá-las."
_Valéria Milanes Aluahy

quinta-feira, janeiro 07, 2016

Quais suas escolhas em vida?


"Anos e anos do que não foi eu
Vivi recluso no ser que era o meu.
Anos e anos de quem nunca fui
Vivi submisso do meu ser que flui."
                 _Fernando Pessoa

    
         Mesmo sendo sabido que, oficialmente, as últimas palavras de Steve Jobs foram: "Oh, wow... Oh, wow... Oh, wow..." (sic) (vide link: http://g1.globo.com/tecnologia/noticia/2011/10/irma-de-steve-jobs-revela-suas-ultimas-palavras-antes-de-morrer.html), os dizeres abaixo circulam pela internet como algo ditado por ele antes de sua partida...
     
                   Sendo de sua autoria ou não, a verdade é que verdade não tem dono, por ser universal. Tanto podem ter vindo dele quanto de um "anônimo", que, como ele, alcançou as pseudo-maravilhas da fama e do dinheiro (não que seja abominável ser rico, não é essa a questão...), e que também sentiu que a vida não é só isso: "nossas conquistas"... Mas, inclusive, o que foi feito com o que "lhe foi emprestado" nessa vida. E que em determinado ponto da caminhada, talvez a derradeira neste mundo, percebeu que não utilizou tão bem, quanto antes pensava, os recursos que conseguiu conquistar.
               Estas palavras até poderiam, sim, ser de Steve Jobs (embora não conste em sua biografia atualmente), pois foi um homem que buscou realizar os seus sonhos de forma obstinada, mas que talvez não percebeu, ao longo de sua "obstinação", o real motivo, talvez, que o impulsionara... Seja pela rejeição sofrida quando ainda na barriga ou bebê; seja pelas "perdas" que identificou como inerentes aos acontecimentos em sua infância, seja pelo desejo inconsciente de ser "notado", uma vez que não 'fora importante' quando da notícia de seu nascimento, devido dogmas religiosos e do dinheiro... Esses  'pilares da sociedade' que se confundem há muito, relegando ao homem verdadeiramente valores ínfimos. (vide um pouco de sua história, e de como e porquê fora adotado etc. no link: http://pt.wikipedia.org/wiki/Steve_Jobs).
      Talvez, somente talvez, com o tempo iminente de sua partida, Steve Jobs (ou quem seja o autor) tenha realmente percebido o que mais lhe doeu ao chegar nesse mundo, e o quanto essa dor 'norteou' seus atos, seus desejos e até seus sonhos... De forma que - no fundo, bem no fundo de si mesmo - não tenha realmente feito tudo quanto gostaria ou tenha sido -  no sentido de ser - quem gostaria... No sentido mais íntimo de sua essência: visão, ser e coração...
        Então... Momento Reflexão...
Dentre as escolhas, decisões (e suas devidas consequências) - e nunca desmerecendo a superação, as vitórias, a evolução trilhadas nos caminhos de cada ser, mas a título de sempre buscarmos expandir o melhor de "nosso verdadeiro Eu", alcançarmos verdadeiramente o valor de nossa missão, e de reflexão - algumas perguntas são importantes conhecermos a partir de nós, antes do "derradeiro momento": Até nos 'descobrirmos' (já que renorvar-se anda de mãos dadas com redescobrir-se)...
- no infinito de nós mesmos, somos e vivemos nossas genuínas emoções e nos entregamos, nos doamos ao que geme, suspira, nossa alma? 
- nos dispomos, na caminhada, ser, agir, promover segundo o que nos tem sido dado em nossas mãos?  Temos colocado nossa fé e nossa ação na mesma direção?
- nos sentimos plenos, como estivéssemos efetivamente cumprindo nossa missão, inclusive conosco mesmo? Verdadeiramente sabemos o que temos plantado?
- se temos mente, logo, pensamos. Mas somos conscientes, inclusive do mal que já causamos?
- ao nos olharmos no espelho, temos convicção que sanamos alguns desses males causados? 
- agimos pelo o que queremos, sonhamos, suspiramos, ou por programações, vindas sob forma de medos, dores, conveniências, rejeição, perdas, ilusão, dogmas (do grego: "o que se pensa é verdade"), imposição...?
- sabemos mesmo o que norteiam nossas escolhas em vida? Então, o que temos e/ou fazemos hoje é o suficiente?
                Se a reposta para a maioria é "Sim", então no bom caminho de ser e fazer acontecer estamos... O 'must' alcançamos! Porém se a resposta, mesmo que para alguma questão, for "Não"... Ainda há tempo de ouvirmos a nós mesmos... Ouvirmos o que fala nosso espírito ao coração!
           Muitos ainda não conseguem captar as grandezas implícita e dita por Ralph W. Emerson sobre: 'uma das mais belas compensações da vida... Onde ninguém pode ajudar ao próximo sem ajudar a si mesmo'... Notam a citação apenas de forma 'muito literal', justamente por erro de visão (seja por qual origem for), sem notar as perguntas no ar:  Como alguém pode fazer bem a alguém, sem discerni-lo a partir do seu Eu? Se ele não sabe verdadeiramente fazer o bem nem para si mesmo... Ou não sabe (ou não sente) o quanto de mal está a fazer, até mesmo para si, qual bem ele fará?  Tudo, na verdade da vida, está relacionado com conexão, interligação... Entre nós e nós mesmos... Entre nós e os outros... Entre os outros e nós... Onde, neste caso, a ordem dos fatores pode 'alterar o produto'...

"Se você não controlar a sua mente, alguém vai! "
(D.A.)

Mas o preço a ser pago é somente seu!

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___*Texto circulando nas redes, não conseguimos certeza da fonte/veracidade, mas vale a leitura de qualquer forma, pois o texto, independente de ter ou não sido ditado por ele, tem bom conteúdo para reflexão, meditação...
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Quais suas escolhas em vida?
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☑️ As últimas palavras de Steve Jobs*

Cheguei ao topo do sucesso nos negócios.
Aos olhos dos outros, minha vida tem sido o símbolo de sucesso.
No entanto, além do trabalho, tenho pouca alegria. Finalmente, minha riqueza é simplesmente um fato que estou acostumado.

Neste momento, estou na cama de hospital, lembrando de toda minha vida, percebo que todos elogios e riquezas que me faziam tão orgulhoso, tornaram-se insignificantes com a iminência da morte.
No escuro, quando vejo a luz verde e escuto o ruído do equipamento de respiração artificial, posso sentir a respiração da morte se aproximar.
Só agora entendo, uma vez que você acumular dinheiro suficiente para o resto de sua vida, devemos seguir outros objetivos que não estão relacionados à dinheiro.
Deve ser algo mais importante: 
Por exemplo, histórias de amor, arte, sonhos da infância ...
Ao não deixar de perseguir a riqueza, só pode converter uma pessoa em fracassado, assim como eu.


Deus fez uma forma que possamos sentir amor no coração e não ilusões construídas pela fama ou dinheiro, como fiz em toda minha vida e não posso levar comigo.
Posso levar lembranças que o amor fortaleceu. Esta é a verdadeira riqueza que te acompanhará, lhe dará força e luz para ir em frente.
O amor pode viajar milhares de quilômetros e assim a vida não tem limites.


Vá para onde queira ir. Esforce-se para alcançar seus objetivos. Tudo está em seu coração e em suas mãos.

Qual é a cama mais cara do mundo? A cama de hospital.
Se você tem dinheiro, pode pagar alguém para dirigir seu carro, só que não pode pagar alguém para sofrer sua doença.


Os bens materiais perdidos, podem ser encontrados. Existe uma coisa que você não pode encontrar quando perde: a vida.
Seja qual for a fase da vida em que estamos agora, no final, teremos de enfrentar o dia quando a cortina abaixa.
Por favor, valorize seu amor pela família, o amor por seu companheiro, o amor pela natureza e amor pelos amigos. Trate-se bem e cuide do próximo.




Fonte imagens: Google imagens
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