é em horinhas de descuido..."
"...a POESIA é para comer, senhores..."O que muito hoje a humanidade necessita? Refletir...Precisa buscar ajuda... Permitir-se intuir...Encontrar caminhos para si e fazer-se companhiaApoiar-se em Deus, dar créditos aos seusReencontrar-se com a VIDA e a POESIA.É um convite a pensar, conversarMeditar com palavras explícitasImplícitas experiências do CoraçãoDar mais um espaço à EMOÇÃO!
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quarta-feira, setembro 09, 2020
domingo, abril 10, 2016
A realidade que o mundo constrói...
"Insanidade é continuar a fazer sempre a mesma coisa
e esperar resultados diferentes..."
(D.A.)*
*citação atribuída a Albert Einstein, porém sem direta comprovação ainda
Para falarmos sobre realidades construídas no mundo, ou sobre o que o mundo constrói, podemos falar sobre conformações... Podemos falar sobre formatações... Ou ainda, padronizações!
Na verdade, podemos falar do que quisermos, se assim o quisermos - a questão mesmo é o querer, que é a essência do fazer... Mas... sempre agimos conforme queremos? Ou vivemos um mundo de repetições?
Dentro desse patamar, viaja no vento a pergunta que não quer calar... "Essas repetições, a quem e para quê servem?"
Vídeo: Conformidade Social - O Experimento*
*Inicialmente, todos os personagens são atores contratados para o experimento,
com exceção da pessoa vestida de roxo, até que o experimento atinge novas etapas.
com exceção da pessoa vestida de roxo, até que o experimento atinge novas etapas.
Este vídeo é trecho do Programa "Brain Games" -
do Canal National Geographic (Temporada 5).
do Canal National Geographic (Temporada 5).
No Brasil intitulado "Truques da Mente".
Leg: Luc Anderssen
Portanto, este post visa justamente o contrário de divulgar algo absoluto, seja no sentido mercadológico, mental, social etc. e tal. Tem por objetivo demonstrar que as "verdades absolutas" deprimem... No sentido de comprometer a sanidade da essência de um ser, ou seja, comprimem... E que, no mesmo 'conjunto da obra', as repetições "emburrecem" com a "simples" propagação destas (por isso muitos reagem instintivamente e, não raro, negativamente às mesmas)... Estas, embora deem lugar aos excessos (oriundos de repetições, inclusive... Onde temos os que confundem que são meros reflexos de espontaneidade, autoafirmação e coisa e tal. Sendo muitas vezes o inverso: nem sempre o tanto que nos repetimos exprimem o que gostaríamos, e sim as marcas que estão em nossa alma, e que replicamos), decrescem, subtraem, subjugam uma das mais belas caraterísticas do Ser Humano: o infinito... O infinito da imaginação; o infinito do dom, da vocação (o que já nascemos sabendo, não sendo, portanto, oriundos do que nos é ensinado, mas que podem, claro, ser aperfeiçoados por pesquisa, desenvolver a íntima percepção...); o infinito da intuição; o infinito da ação única, que toma forma por nossas mãos... O infinito da capacidade de expressão.
Enfim, essa postagem convida a refletir acerca de que, na tentativa de limitar o infinito que há em cada ser (vida), embora não seja visível (não com relação ao sentido da visão), vivenciamos, na verdade, a tentativa da robotização (e devidas consequências), e de forma repetitiva... Uma tentativa de desmantelar o que é único!
Não somos mais ou menos... Únicos somos! Mesmo que busquem nos confundir com tantos esteriótipos. Infinito somos, mesmo e apesar das generalizações. E infinitamente nos é importante a infinitude de Visionar, Sentir... O infinito de Ser, Ver e Viver... Tão único, tão exclusivo, que tentam transformá-lo em algo comum - e, repetidamente, para que seja o 'normal', o ideal. Aprisionado, sem vida real, afinal.
Leg: Luc Anderssen
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Reflexão do Blog:
A publicação do vídeo acima não visa divulgar comercialmente nenhum programa de televisão, nem mesmo declarar nenhum absolutismo acerca das informações apresentadas, e sim informar os experimentos feitos acerca do que vamos chamar aqui de: o "Psiquê da Sociedade" e seus desdobramentos (que são conhecidos - esses experimentos e respectivas consequências - desde muito tempo por seletos grupos, acerca de determinadas características cerebrais), bem como o "como controlar a mente, os pensamentos dos indivíduos desta sociedade" (tipo de programação), a partir de informações específicas; sobre como comporta-se o cérebro com determinados dados incutidos neste, repetidamente.
Assim sendo, o intuito é mostrar, inclusive, origem de determinados "males que sustentam uma comunidade" - sendo, até mesmo, pilares de muitas vidas, por exemplo: o propagar dos - pré - conceitos como irrepreensíveis ou inquestionáveis; o alimentar da intolerância como sendo natural por intermédio de "defender a própria liberdade" em detrimento da liberdade dos demais; o justificar pessoal de atitudes que são geradas não por essência, mas por... repetição. Sendo 'assimilação vazia', que nem sempre agrega valor ou evolução; e tantos outros atos, fatos, costumes, comportamento que moldam o caminhar de existência de muitos, e que, muitas vezes, não refletem verdadeiramente a capacidade de ser e fazer dos membros desta coletividade; como boi, "marcada"...
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| Imagem: Google imagens |
Enfim, essa postagem convida a refletir acerca de que, na tentativa de limitar o infinito que há em cada ser (vida), embora não seja visível (não com relação ao sentido da visão), vivenciamos, na verdade, a tentativa da robotização (e devidas consequências), e de forma repetitiva... Uma tentativa de desmantelar o que é único!
Não somos mais ou menos... Únicos somos! Mesmo que busquem nos confundir com tantos esteriótipos. Infinito somos, mesmo e apesar das generalizações. E infinitamente nos é importante a infinitude de Visionar, Sentir... O infinito de Ser, Ver e Viver... Tão único, tão exclusivo, que tentam transformá-lo em algo comum - e, repetidamente, para que seja o 'normal', o ideal. Aprisionado, sem vida real, afinal.
"Ah, a espontaneidade é uma riqueza
Tão importante que buscam comprá-la
Ah, o fluir é a força de uma nobreza
Tão valiosa que intentam cegá-la...
E assim vemos e vivemos grilhões
que as circundam tentando domá-las."
que as circundam tentando domá-las."
_Valéria Milanes Aluahy
quarta-feira, março 09, 2016
A culpa é do destino...
"Ninguém caminha
Senão no traço já riscado
Ninguém dá um passo
Para qualquer lado
Senão para o caminho determinado...
Até o mais arrojado
Num sinal de independência
Insiste ir para o oposto lado
Acaba rumando para onde devia
Só não tinha consciência..."
_Valéria Milanes Aluahy
Tantas vezes notamos o quanto a Poesia revela a alma humana. Não genericamente falando, mas - única, exclusivamente - descortinando cada ser (e não seria diferente, pois assim somos: únicos, exclusivos), e não para o mundo ver mas, principalmente, para que nos vejamos, e o quanto de nós nos resta em nós mesmos... Como uma expansão de consciência suave, leve, gradativa, pessoal, na medida que nos permitimos, nos envolvemos, nos dispomos ou nos expomos a conhecer melhor a energia da Poesia da Vida.
O poema acima, escrito em 2012, tem nos mostrado muito isso, ao longo dos anos, à medida que temos contato com as diversas interpretações acerca deste... E é assim mesmo que a magia da poesia se manifesta, e onde reside também um dos seus grandes poderes: o de revelação... O poder que é revelado em cada um de nós (no que revelamos sobre nós mesmos) ou por através de nós (ao "revelarmos a alguém sobre si mesmo"), no oculto íntimo descrito sob a forma de versos, e por intermédio da interpretação do conteúdo de um poema.
Pela interpretação nota-se a visão de cada ser e mais: O que o faz assim ver... Mesmo sem perceber, quais fatores externos e internos estão a "governar" essa visão e, ainda, quais acontecimentos armazenados na alma (fatos conscientes e inconscientes) são a "Trilha do Destino" nesta ou naquela vida...

Não é difícil notarmos quão complexo é o homem, difícil elevado a Pi é sabermos (incluindo nós mesmos) quais foram, até aquele determinado momento observado, os atos e os acontecimentos (não esqueçamos aí nessa imensa lista, dentre as possibilidades: o formato da educação, a lapidação, a manipulação, a violência - moral, social, sexual -, o abandono, a rejeição, as perdas - materiais, emocionais -, as dores, as ausências, o dilacerar das injustiças...) que culminam como 'determinantes' em decisões, escolhas, fugas, valores, 'desculpas', em nosso agir no dia a dia... Sendo, portanto, mais "simples, mais fácil" darmos o crédito, o mérito de tudo o que foi e não foi para o acaso. Mas... E as questões que ficam 'no ar', como abaixo, tem ou não importância?
______ Será mesmo que a linha da vida pode somente ser definida por "fatores que nos fogem das mãos" ou somos nós que não agimos nisso ou naquilo por decisões, indecisões; ou só, tendenciosamente, decidimos, olhamos, enxergamos, o que já "determinamos que convém", pelo entulho ou vazio que há alimentado no centro de nosso coração?
___ Será mesmo que o acaso é o principal responsável, por exemplo, quando alguém A encontra em um show, balada, festa, evento, e se apaixona por alguém B...? Ou esse alguém A já saiu, decidiu em seu ser que ao ir nesse determinado lugar programado irá buscar se envolver, viver o que naquele momento crê? Podendo, inclusive, o contrário desta decisão ocorrer, ou não?
___ Será mesmo que quando decidimos não ir a determinado lugar é somente porque não tinha de ser, ou decidimos que não queremos mesmo que seja, por motivos outros pulsando em nossas veias (como resguardarmo-nos de mais tristezas, dores, decepção, sensação de tempo perdido, pelo o que não foi intimamente notado. Incluindo o também conhecido como amor próprio); por não querer mais determinada atuação em nosso cotidiano, ou seja, sinais de cansaço da matéria, onde nos mostramos em quais áreas um pouco morremos?
___ Será mesmo que o acaso é o principal responsável, por exemplo, quando alguém A encontra em um show, balada, festa, evento, e se apaixona por alguém B...? Ou esse alguém A já saiu, decidiu em seu ser que ao ir nesse determinado lugar programado irá buscar se envolver, viver o que naquele momento crê? Podendo, inclusive, o contrário desta decisão ocorrer, ou não?
___ Será mesmo que quando decidimos não ir a determinado lugar é somente porque não tinha de ser, ou decidimos que não queremos mesmo que seja, por motivos outros pulsando em nossas veias (como resguardarmo-nos de mais tristezas, dores, decepção, sensação de tempo perdido, pelo o que não foi intimamente notado. Incluindo o também conhecido como amor próprio); por não querer mais determinada atuação em nosso cotidiano, ou seja, sinais de cansaço da matéria, onde nos mostramos em quais áreas um pouco morremos?
___Outra situação: Quando determinadas circunstâncias predominam constantemente em nossa vida, assim o são ou tinham de ser, ou nós estamos repetindo e repetindo atitudes, pensamentos, sentimentos, programações, erros (leia-se aqui em erros como atitudes repetidas que fazem o mal para si ou para outrem. Afinal, "podemos cometer o mesmo erro várias vezes, mas a partir da segunda vez já não é um erro, e sim uma escolha", seja por quais fatores forem), enfim, segundo experiências ocorridas em nossa vida no passado e refletindo tudo isso de novo, e de novo...?
Claro que não devemos excluir o imponderável em nosso viver como atuante e possibilidade em muitos aspectos (claro que não), mas a vida não só o abriga... Fazê-lo seria delimitar pobre e solenemente o que é a grandeza infinita da vida; uma lástima seria, pois retira bruscamente o encanto, a mágica de todas as coisas inerentes a esta e de cada pessoa. E porque, assim como existe o imponderável, existe também o que ponderamos (ou não, consciente ou inconscientemente), e determinamos sendo o melhor a vivenciar, elegemos, mesmo, como um 'must' ou outra coisa... (- E, aí sim, em determinado tempo da vida, a própria Mão da Vida (o Senhor da Vida) vai nos mostrar por "n" situações essas "repetições" que temos elegido como o inexorável, mesmo não o sendo...) E vamos culpá-lo, digo, vamos chamá-lo de... Destino.
Claro que não devemos excluir o imponderável em nosso viver como atuante e possibilidade em muitos aspectos (claro que não), mas a vida não só o abriga... Fazê-lo seria delimitar pobre e solenemente o que é a grandeza infinita da vida; uma lástima seria, pois retira bruscamente o encanto, a mágica de todas as coisas inerentes a esta e de cada pessoa. E porque, assim como existe o imponderável, existe também o que ponderamos (ou não, consciente ou inconscientemente), e determinamos sendo o melhor a vivenciar, elegemos, mesmo, como um 'must' ou outra coisa... (- E, aí sim, em determinado tempo da vida, a própria Mão da Vida (o Senhor da Vida) vai nos mostrar por "n" situações essas "repetições" que temos elegido como o inexorável, mesmo não o sendo...) E vamos culpá-lo, digo, vamos chamá-lo de... Destino.
Com a poesia, há caminhos de perceber a infinitude do muito que não podemos explicar, não com nossa mente somente, porém ao rotularmos que tudo tem unicamente motivos "alfa", transcendentais, e que somos não-participantes ou não-responsáveis acerca de diversas situações ao nosso redor ou que temos visto, é buscar levar a vida na humanidade, ao longo do tempo e do espaço, a um ínfimo patamar, e uma afronta à toda inteligência existente. Não há como negar que muitos são os fatores que podemos e os que não dominamos ver e viver, inclusive... Mas, também muitos utilizam "pra tudo e contudo" um fator 'isolado' como justificativa para si ou para os outros, para se explicar ou explicar tudo, incluindo decisões e 'ausência' destas, mesmo quando, muitas das vezes, nem tem a resposta sobre si mesmo acerca desse comportamento. - conscientemente.
Por outro lado, andamos, e não é incomum, segundo a influência de algo (ou alguém), e ainda assim, tenderemos a declarar que é um ato arrojado, pessoal, mesmo não o sendo também... Em outras situações, daremos passos segundo nossos mais particulares planos e projetos (profissionais, acadêmicos), desejos esses, na verdade, forjados por experiências passadas... E temos um infinito de possibilidades acerca do agir, do pensar humano, entretanto, para muitos - sempre - será melhor julgar (ou jogar) uma culpa, um fator definitivo sobre um assunto, mesmo que sejamos, cada um de nós, infinitos... E muito de nós se esvai, como a espontaneidade.
Portanto, genericamente falando, mesmo que sejamos infinitos, complexos (e responsáveis por nossos feitos e não-feitos e seus efeitos), decretamos dia após dia um MOTIVO sobre os "horrores e tudo mais de péssimo no mundo": apenas os governos. E um CULPADO para tudo em nossas vidas: apenas o destino! O que não deixa de conter uma verdade, repetindo: a que se quer ver, viver...
Temos um tempo a cumprir aqui materializados, do qual, verdadeiramente, não temos nenhum controle (quanto a isso e seus desdobramentos, sigamos com Fé no Criador, o Eterno... sempre!), entretanto, enquanto cá estamos, no que concerne aos nossos capítulos de vida, também chamado dia a dia, é nossa missão lutarmos para sermos, e percebermos muito mais... Acordarmos, vermos...!
Sim, a culpa é do destino... Do destino que damos às nossas ações e das ações dos outros em nós...!
Temos um tempo a cumprir aqui materializados, do qual, verdadeiramente, não temos nenhum controle (quanto a isso e seus desdobramentos, sigamos com Fé no Criador, o Eterno... sempre!), entretanto, enquanto cá estamos, no que concerne aos nossos capítulos de vida, também chamado dia a dia, é nossa missão lutarmos para sermos, e percebermos muito mais... Acordarmos, vermos...!
Sim, a culpa é do destino... Do destino que damos às nossas ações e das ações dos outros em nós...!
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