Multi floresce em realidades
"...a POESIA é para comer, senhores..."O que muito hoje a humanidade necessita? Refletir...Precisa buscar ajuda... Permitir-se intuir...Encontrar caminhos para si e fazer-se companhiaApoiar-se em Deus, dar créditos aos seusReencontrar-se com a VIDA e a POESIA.É um convite a pensar, conversarMeditar com palavras explícitasImplícitas experiências do CoraçãoDar mais um espaço à EMOÇÃO!
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sábado, julho 07, 2018
Sobre sonhos, ilusões e hora de acordar...
"Achar não
quer dizer que seja
O que é
Multi floresce em realidades
Multi floresce em realidades
Insistência em
enganos
São raízes em nós
Refletindo o que (a)prendemos
Sobre perverter
verdades..."
__Valéria Milanes Aluahy
"Depois de 20 anos assistindo Chaves,
percebi que Dona Clotilde está aí há décadas nos
ensinando a como não persistir em algo que a gente já sabe que não
vai acontecer.
Liberte-se de todos os 'Seus Madrugas' da sua vida!!"
Não importaram quantos bolos, frangos assados e águas de colônia
foram entregues, não importaram os cuidados, a dedicação exclusiva, o
sentimento oferecido e implorado, Dona Clotilde nunca deixou de ser coadjuvante
na sua própria história de amor.
A Bruxa do
71 é o retrato de nossas ligações não atendidas, de nossos convites
ignorados, de nossas mensagens visualizadas e não respondidas. Somos nós
esperando aqueles amores que a gente costura sozinhos rolando a noite na cama,
deixando nosso sono sufocado junto a nossa paz de espírito no travesseiro.
Quantos amores deixamos de
viver enquanto insistimos em bater cheios de mimos na porta errada, sabendo que
o impossível é que vai nos atender?
Talvez ela pudesse ter se casado com o Sr. Barriga,
roubado o professor Girafales, ou até aprendido a como é bom viver
sozinha… morando em Acapulco.
É muito arriscado o caminho que a gente segue na direção contrária
do nosso destino. É muito doloroso insistir em estradas erradas, quando é o
coração que caminha descalço no asfalto.
Nem sempre persistir significa insistência, nem sempre amar significa
confiar sempre que vai dar certo lá adiante.
Desista do que é preciso. Recalcule o que não faz questão
de entrar na sua rota. Jogue para o alto o que está querendo voar por ai,
sozinho.
Ah, o amor não é uma coisa para viver controlando a porta, amor é
liberdade de ir e vir, é tranquilidade de saber que o outro quer entrar e
ficar. Não caia nessa de que tem que sofrer para ter, que tem que suar
para conquistar.
Ame alguém que você não tenha que puxar pelos braços. Ame
alguém que esteja, que saiba se deixar ocupar, que você não precise matar um
leão para conseguir um abraço.
Não ame o que te cansa para ter, você precisará muito ainda do
seu fôlego, vai por mim, não o desperdice no que já está fracassado.
Pesquisando pela internet descobri que há apenas um episódio que exibe
cenas de casamento entre a Bruxa do 71 e o seu amado. Mas, era um sonho. Na
verdade, Dona Clotilde nunca se casou com seu Madruga… só na sua ilusão.
E a gente precisa de um amor que responda o que plantamos.
A gente precisa muito mais do que um sonho. A gente precisa viver um amor
acordado.
Já pararam para pensar que às vezes o Seu Madruga da gente nem é um
homem?! Pode ser uma situação, uma rotina, um hábito que insistimos mesmo
sabendo que não tem futuro.
___Autor desconhecido*
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(*) Da Série:
Deu na rede, caiu na web, virou meme, recebeu milhares de views, compartilhamentos superficiais e discussões virtuais, mas suas lições são reais! Que parece que têm a ver com 'história triste de amor', mas que na verdade trata-se de ESCOLHAS!
Imagem: Google imagens
domingo, novembro 03, 2013
TEMPOS MODERNOS II
“Eu temo o dia em que a tecnologia ultrapasse
nossa interação humana, e o mundo terá uma geração de idiotas”
__Albert Einstein
Há tempos, desde o início do ano, piadas e matérias com conteúdo propositalmente exagerado - mas, não fora da nossa realidade, infelizmente (vide o link da matéria de Ancelmo Góis abaixo) - vêm chamando a atenção para a citação acima, atribuída a Albert Einstein.
Com certeza, a tecnologia proporcionando o maior acesso à informação e facilidade de comunicação 'com o mundo', é importantíssima e apaixonante, sobretudo para aqueles que seriamente precisam dela... Contudo, onde não há sabedoria, discernimento e propósito verdadeiro de algo para ‘se ter nas mãos', torna-se superficial (ou torna-nos superficiais); sem o efeito real que deveria proporcionar, excluindo sutilmente a maior obrigação do ser humano: atentar para o seu próximo! Atentar para aquele que está ao seu lado ou precisa de você; para aquele que convive com sua realidade e faz a sua vida mais completa: seja o pai, a mãe, a esposa, o marido, os filhos, o amigo... E negligenciar isso é um erro colossal, que há de custar caro à alma humana...
Vilipendiar valores reais por valores virtuais, não gera crescimento, ao contrário: gera uma ‘geração robotizada’, pouco atenta às coisas à sua volta, ao sentimento alheio, gerando o total descaso e irresponsabilidade com relação a tudo que a cerca, até mesmo com as mínimas obrigações diárias, inclusive - como se isso fosse bom...
Por que será que é muito interessante os relacionamentos serem pautados pela tecnologia (pelo virtual)? Pelo simples fato de que não precisam comprometer-se com nada e nem realmente sentir algo verdadeiro... Basta a ilusão! Para demonstrar que gosta, basta 'curtir'! Para demonstrar amor, basta 'um coração <3' ! Ou seja, símbolos são suficientes. Mas... e o interesse em ser (na medida do possível) parte atuante na construção da felicidade daquela vida, será que tem?
Muitas reclamações existem hoje em dia sobre as pessoas e sua conduta social, como: o 'profissional de hoje em dia não é como antigamente' ou 'as pessoas estão mais duras, bruscas e sem coração', ou ainda: 'meu filho não quer saber de nada, e nem tem planos para o futuro'... Uma palavra define a questão: Destrutivo Desapego! Isso mesmo: Indiferença... sobre tudo e todos!
Atitude comum não somente entre os adolescentes, não... Também entre seres hipnotizados, manipulados e acovardados (pais de família, inclusive), que estão largando seus à fazeres, suas vidas - pois, identificam que o mundo tem que lhe servir, cumprindo Suas obrigações - enquanto são "vencedores nos jogos online" e a vida real virando um caos de derrota: casamentos desfeitos; filhos sem atenção e sem educação; qualidade profissional precária 'ao cubo' e, conseqüente, desemprego por negligência... E ainda, os empregados atuando com total incompetência... Enfim, muitos necessitando (e já fazendo!) de tratamento para 'voltar a ser gente'... Então, perguntas ficam no ar: - É isso que a humanidade precisa: Robôs Humanos? - A quem interessa a existência desses "Seres"?
É preciso urgência para entender que cada um, dentro de seu círculo social, precisa acordar, reavaliar e perceber que a tecnologia deve ajudar e não destruir o que faz o homem ser humano, ou seja: o sentir e o poder de criar!
Não reconhecer a importância da tecnologia nos dias atuais é andar na contra-mão do mundo... Porém, aqueles que não captarem a verdade sobre equilíbrio e responsabilidade, que devem fazer parte de cada vida sempre (e não repassarem como algo urgente), a caminhada também não será satisfatória; mais do que ilusória, será uma triste humana condição rumo à bestialidade... Pois, de ré caminhará sem volta a humanidade...!
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* Matéria circula por emails de alunos da Universidade de Harvard, nos EUA, a seguinte piada de internet: "O dia que Albert Einstein temia finalmente chegou" - http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/posts/2013/01/29/o-dia-que-einstein-temia-chegou-484313.asp)"
"Se o mundo pudesse ver,
sentir e entender
o quão está absorto,
controlado,
em nada mergulhado...
Não permitiria, não toleraria
o pseudo-hightech a defini-lo;
Não daria excesso de poder
ao desenfreado consumismo,
Lutaria contra o egoísmo
E olharia para dentro de si
e para a luz,
que aos poucos sucumbe...
_Valéria Milanes Aluahy
sentir e entender
o quão está absorto,
controlado,
em nada mergulhado...
Não permitiria, não toleraria
o pseudo-hightech a defini-lo;
Não daria excesso de poder
ao desenfreado consumismo,
Lutaria contra o egoísmo
E olharia para dentro de si
e para a luz,
que aos poucos sucumbe...
_Valéria Milanes Aluahy
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Fonte imagens: Google Imagens
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