"...a POESIA é para comer, senhores..."O que muito hoje a humanidade necessita? Refletir...Precisa buscar ajuda... Permitir-se intuir...Encontrar caminhos para si e fazer-se companhiaApoiar-se em Deus, dar créditos aos seusReencontrar-se com a VIDA e a POESIA.É um convite a pensar, conversarMeditar com palavras explícitasImplícitas experiências do CoraçãoDar mais um espaço à EMOÇÃO!
domingo, junho 01, 2025
Autoconhecimentos³...
quinta-feira, fevereiro 02, 2023
A poesia em nós...
Desconexão sensorial...
Essa fascinação me levou
__Manoel de Barros
Para além do mesmal...
O antropólogo consultou teses e tratados, porém nada encontrou na teoria que explicasse o gesto do indígena. Até que, de repente, ele olhou para a parede de sua biblioteca e viu um arco e flecha pendurados como objeto artístico... Então, o acadêmico compreendeu que aquilo que ele fizera com o arco e flecha, o indígena fez com a máquina de escrever...
Graças ao ato artístico-subversivo do indígena, o antropólogo compreendeu mais acerca de seu próprio “mundo civilizado” do que lhe ensinaram os livros científicos. O indígena era o “outro” do branco, mas o branco também era o “outro” do indígena. Nem todos são brancos, nem todos são indígenas, mas todos são outros: o outro é o valor mais universal. É essa universalidade da Diferença o que o poder paranoico mais teme, e é contra ela que ele sempre quer impor seu modo de viver homogêneo, “mesmal” (como diz Manoel de Barros).
O indígena da narrativa nos ensina que talvez a arte e a educação comecem no olhar, um olhar que interroga e recria, também criticamente, o sentido de nós mesmos e do mundo .
Um olhar assim é sempre pensante, questionante, insubmisso, estrangeiro. Ele é estrangeiro não no sentido literal , e sim porque ele suspende nossas habituais certezas e nossos roteiros prévios acerca de como viver e agir. Ele não é um olhar de fora, mas sim um olhar ainda não colonizado por aquilo que está estabelecido e etiquetado pelos poderes dominantes.
Nesse sentido, pensar é sempre produzir em nós um devir-indígena no seio mesmo de nossa sociedade que se intitula “branco-civilizada”. É preciso construirmos um devir-indígena nos parlamentos, nas sociabilidades e também nos espaços acadêmicos onde são produzidos nossos conhecimentos.
Pensar essa Diferença que o indígena exerceu é fazer dela um “devir-outro” de nós mesmos . Precisa haver um devir-indígena em toda educação-libertária cujas lições sejam arcos e flechas em ação de resistência e defesa da comunidade, e não meros enfeites teóricos.
Para conseguirmos enxergar o que nos faz humanos nessa época trevosa, na qual até a barbárie é tecnológica, só mesmo redescobrindo em nós o olhar ancestral que também é subversivo, crítico e criativo: nada mais contrário ao olhar vestido com uniformes militares do fascista-genocida e seus garimpeiros do que o olhar nu e livre do indígena".
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Fonte texto:
quarta-feira, agosto 24, 2022
Simultaneidades...
quarta-feira, agosto 03, 2022
Sejas Tu...
Por um mundo melhor...
sexta-feira, janeiro 21, 2022
O peso do coagido silenciar...
__Audre Lorde
sábado, dezembro 18, 2021
Programas, Reflexos & Reflexões na Vida...
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segunda-feira, outubro 25, 2021
Desler, Desver... É mais e além!
Reler, desver, desler
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"O planeta não precisa de mais pessoas de sucesso.
O planeta precisa desesperadamente de mais pacificadores,
curadores, restauradores, contadores de história
e amantes de todo tipo.
Precisa de pessoas que vivam bem nos seus lugares.
Precisa de pessoas com coragem moral,
dispostas a aderir à luta para tornar o mundo habitável e humano,
e essas qualidades tem pouco a ver com o sucesso
___Dalai Lama
domingo, maio 02, 2021
CorAção...
conhecimento, responsabilidade,
__bell hooks
in_Desprogramação...
Obra/criação audiovisual by Juan Delcan
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quarta-feira, março 03, 2021
Tempo preso em ilusão e medo...
quarta-feira, janeiro 20, 2021
Ser além...
quarta-feira, janeiro 06, 2021
No que nos vemos...
terça-feira, janeiro 05, 2021
Naturalmente Ser...
O irreal como verdade...
o irreal.
Não é fantasia, é o ideal
Conseqüências das ignoradas dormências
são as ausências...
Ora concretas, vácuos por metas
Ora virtuais, as não admitidas jamais...
terça-feira, dezembro 22, 2020
Com o coração...
sábado, dezembro 19, 2020
Fluir do sentir...
Ouça além do repeat do que já te disseram
Conte menos com os vícios do que sabe ou fizeram
Sinta a energia... Em ti perceba magia
Da Vida e reino da Natureza
sexta-feira, dezembro 18, 2020
Na arte e em toda parte...
✨ Momento Arte_Reflexão&Cia ✨
Pois...
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__Marianne Williamson
Na maioria dos momentos - na arte e de viver - a energia mais poderosa em todas as eras (também chamada de amor), presente em cada um de nós, se reconecta entre si em encontros vários (também conhecido como reciprocidade que prolifera).
Em outros, batem num escudo medonho que impera... Escudo que até pode nos ajudar a sobreviver, mas também limita, aprisiona... No ontem... Na negação... No vácuo... Inclusive das percepções. Um tipo de morte.
E o medo_mente afasta, expulsa,
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